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Tamara Klink e Sardinha, de Recife a Paraty

 

Navegar pelo Oceano Atlântico sozinho não é para homens e nem para mulheres. Desbravar uma imensidão de águas onde sua única companhia, dia e noite, faça sol ou faça chuva, é você e ninguém mais, é para quem tem, na verdade, muita coragem

Ter coragem é para poucos. 

Disso, Tamara Klink entende muito bem! 

Acostumada desde pequena com as partidas e chegadas dos veleiros que seu pai, o navegador Amyr Klink, chamava por meses e meses de lar, Tamara resolveu escrever a própria história em alto mar e de um jeito só dela. A mais jovem brasileira a cruzar o Atlântico a bordo do seu pequeno veleiro, carinhosamente batizado de Sardinha, embarca em uma nova aventura, dessa vez pela costa brasileira.

Tamara Klink e Sardinha, de Recife a Paraty
Tamara Klink e Sardinha, de Recife a Paraty

Navegando em um mar de lembranças

De Recife, último porto da sua travessia iniciada na França, até Paraty, de onde guarda lembranças da infância junto às irmãs, mãe e avó, Tamara relembra momentos marcantes da sua travessia pelo Atlântico e coleciona outras tantas memórias que farão parte das histórias que só seu coração será capaz de contar.

Ainda não conhece Recife, a cidade que Tamara escolheu para sua chegada ao Brasil? Deixamos aqui algumas dicas do que você deve aproveitar por lá. Vai por mim!

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Por: Tamara Klink

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